sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Acessório que gostei e comprei
Minha opinião sobre:Tratar cães como bebes
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Minha opinião sobre:Presença de cães na praia

imagem:http://bitscaverna.com.br/cachorroblog/?p=1798
domingo, 21 de agosto de 2011
Bolsas para carregar cachorro!!
image:http://petmag.uol.com.br/mercado-pet/bolsas-estilosas-para-carregar-os-totos/
Essas bolsinhas são o maximo ,e estão disponiveis em todas as cores !,estou pensando em comprar uma azul para o meu cachorro!.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Campanha pedigree:Adotar é tudo de bom

Foi lançada a campanha "Adotar é tudo de bom: todo cachorro merece um lar feliz", da Pedigree.
Vocês tem noção do que é uma marca do porte da Pedigree incentivando a adoção de cães ? É tudo de bom!!!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
tudo sobre:Fox paulistinha
Incansável, alerta, ativo e esperto, amigável e gentil com amigos, desconfiado com estranhos inteligente e muito adestrável, comum em apresentações caninas. Ótimo para companhia de crianças por seu comportamento brincalhão.Atualmente são mais utilizados para a companhia e alarme em áreas urbanas e caça a pequenos animais em áreas rurais
História
O terrier brasileiro ou fox paulistinha, como também é chamado, apesar de comprovada a existência histórica desta raça em vários estados do Brasil, originariamente foi mais comum no interior do Estado de São Paulo, por isso é mais comum o nome fox paulistinha, do que o nome de registro, terrier brasileiro, que foi criado por ocasião do processo de registro da raça, também sempre foi conhecido no Rio Grande do Sul como fox, e em Minas Gerais como foquinho.Foi a terceira raça de cão originalmente brasileira a ser reconhecida pela Federação Cinológica Internacional, e é a segunda com reconhecimento mais antigo das que ainda são reconhecidas.
Não se tem certeza de suas exatas origens, mas há três hipóteses mais difundidas, a oficial, que consta no padrão oficial da raça terrier brasileiro, diz que descendem de cães do tipo terrier trazidos da Europa pelas esposas dos filhos de fazendeiros, que muito comumente, a partir de meados do século XIX e início do século XX, iam estudar na Europa, e quando retornavam, muitas vezes casados, traziam pequenos cães do tipo terrier, que eram muito comuns entre as famílias mais abastadas de Londres e Paris nesta época, possivelmente eram das raças parson russel terrier,jack russel terrier e fox terrier de pelo liso, que eram raças muito comuns na Inglaterra neste período. E estes cães ao cruzarem com cães das fazendas no Brasil, e no campo sendo aproveitados na caça, na guarda e em menor escala no pastoreio de ovelhas, teriam criado em poucas gerações uma nova raça. Com o desenvolvimento das grandes cidades, os fazendeiros e suas famílias migraram para os grandes centros urbanos, desta forma o fox paulistinha sofreu outra mudança de ambiente que teria contribuido em sua formação. Onde inclusive teve a importante função de guardar as mercadorias dos armazéns da ação predatória de roedores.
Há outra hipótese bem forte, e com dados históricos que diz que cães de tipo terrier, sem precisão de raça definida, viajavam como caçadores de ratos em navios mercantes, principalmente nos ingleses, desde o século XIX. Os cães teriam sido tripulação fixa nestas embarcações devido ao receio que a população européia tinha da peste negra, e os cães ajudavam no controle dos ratos. E ao aportarem em portos brasileiros, teriam cruzado com cães locais adaptados as características ambientais brasileiras, e assim acredita-se que o terrier brasileiro teria se originado. Este mesmo processo teria criado outras raças em outros países. Uma ultima hipótese menos difundida diz que o terrier brasileiro é um cão autóctone da região onde é hoje o Estado de São Paulo.
Tudo sobre :Poodle

Poodle
é uma raça de canina oriunda da Alemanha. É considerada a segunda raça mais inteligente do mundo, de acordo com a listagem elaborada por Stanley Coren. Historicamente, foi uma raça criada para trabalhar na água, tendo uma de suas tosas elaborada para diminuir o atrito e proteger contra o frio em suas áreas mais delicadas, como as pernas e o tórax. Por tempos os franceses reivindicaram a criação da raça. Todavia, referências mostram que sua origem é de fato alemã, embora tenha influenciado outras raças, como o barbet, de origem francesa. Fisicamente o tamanho do poodle varia entre o grande e o toy, tendo em seus exemplares maiores os mais bondosos, submissos e saudáveis, com a adenite sebácea sendo classifica como sua principal efermidade. As qualidades físicas do padrão standard o tornaram um bom cão de companhia para famílias que vivem em grandes áreas, como fazendas.[2]
As variantes menores - chamadas média ou miniatura e toy - existem desde dos idos de 1700, embora só tenham sido reconhecidas no século XX. Em alguns países reconhecesse ainda a variante anã, embora para alguns isso não faça muito sentido, já que o animal não é desproporcional. Cruzamentos artificiais mal elaborados durante a década de 1950 geraram uma má fama para estes caninos diminutos, o que passou a decrescer com o passar dos anos. Estas variações menores foram criadas para gerar cães de companhia cuja longevidade atinge os quase quinze anos, a maior, em média, entre todos os cães. Mais propenso a doenças que seu parente maior, pode sofrer com halitose, doenças periodontais, cegueira hereditária e catarata.
Fisicamente o poodle varia entre os 32 e 2,5 kg, medindo de 25 cm a mais de 38. Sua pelagem apresenta variadas cores e pode ser encaracolada, cacheada ou ainda encordoada. Ao passo que o adestramento da variante standard é considerado fácil para donos inexperientes, o dos menores, apesar de também ser fácil devido a sua inteligência, mostra-se um pouco mais desafiador.